CORPUS CHRISTI: Tapete da Paróquia São João Bosco usa meia tonelada de serragem e um batalhão de voluntários

Nem bem o dia clareou neste feriado de quinta-feira (15) e lá estavam crianças, jovens e adultos, no meio da avenida Carlos Veiga, bairro Parque Eloy Chaves, em Jundiaí. Durante aproximadamente seis horas eles permaneceram voluntariamente ali, agachados, sentados e até deitados para um trabalho manual prestes a completar 30 anos de existência na Paróquia São João Bosco: o tapete para a procissão de Corpus Christi.

Em Jundiaí, diversas paróquias organizam a confecção de tapetes. A do Eloy Chaves, no entanto, de tão importante e tradicional passou a fazer parte do calendário municipal de eventos, a partir de abril de 2012, por meio de lei municipal. A confecção dos tapetes passou a ser feita nas ruas do bairro em 1988, após um desafio lançado aos moradores pelo padre Wagner de Meeiros.

Atualmente, um grupo formado por 450 pessoas é responsável por toda a festa de Corpus Christi na Paróquia São João Bosco. Os tapetes são feitos com serragem colorida, gesso em pó, borra de café e areia fina colorida, entre outros materiais que podem variar de acordo com a criatividade da cada equipe. Só de serragem, são usados aproximadamente 500 quilos para um trecho de 400 metros da rua.

Após a realização da festa, todas as equipes retornam ao tapete para a limpeza das ruas.


Nesta quinta (15), às 15h30, o pároco Agnaldo Tavares Ribeiro celebra a missa de Corpus Christi e, na sequência, a procissão toma as ruas do bairro Eloy Chaves. O apoio é da Prefeitura de Jundiaí.

Triunfo - O objetivo da comemoração é resgatar a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, dias antes de ser crucificado. A festa marca a introdução da Eucaristia nas missas. A palavra “Corpus Christi”, é de origem latina e significa “Corpo de Cristo”, que nas celebrações da Igreja é a hóstia consagrada.

SERVIÇO

Data: 15/06/2017
Horário: 15h30 com missa
Local: Paróquia São João Bosco (avenida Benedicto Castilho de Andrade 1091, Eloy Chaves)
Procissão: Pelas ruas do bairro, saindo da paróquia após a missa, até o final da Avenida Carlos Veiga, com encerramento na AMO (Associação de Moradores do Eloy Chaves).

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